Nunca fui uma pessoa de cometer excessos, sempre achei que nada disto vale a pena.
Excessos jamais fazem bem para quem os pratica, e sempre priorizei meu bem estar físico e mental.
Não vou fazer mil plásticas para ser o que a natureza decidiu que não serei nunca.Devo aceitar que envelheço não importa o que eu faça para deter a ação do tempo.Melhor ser inteligente e comçar a pensar desde já em uma forma sensata de envelhecer bem,bom para o corpo e melhor para a mente.Nada pior do que ser o resultado de plásticas mal sucedidas.Sua cabeça,a dessa mulher,é que precisa de uma plástica radical.
Por exemplo,excessos para conseguir um determinado relacionamento não é a melhor opção,pois se alguém não está com a gente desde a primeira tentativa,é provável que não vá estar pelos excessos que se façam,com certeza é muito pior.A outra pessoa,ao saber de sua desonetidade e falta de ética,desenvolverá uma espécie de sentimento de ojeriza,muito próxima de ódio e tdo que desejará é distância de v
Tina -
Salvador,
BA,
28/06/2008 - 01:26
O maior excesso que cometi foi o número de tentativas para um relacionamento já em naufrágio. É aquela questão da ESCOLHA: não deixar ser apenas escolhida, mas colocar de forma gentil a sua própria escolha, fazer valer o que você mais deseja em sua essência e, sempre com delicadeza, inserir o que te move, o que te faz feliz, dentro da relação a dois.
Os meios que usei para encontrar a dose certa foram: muita leitura, uma boa terapia, um bom bate papo com amigas, voltar a se conectar com a espiritualidade, voltar a se conectar comigo mesma através de yoga e meditação, floral de Bach para me manter serena - enfim, um conjunto de atividades, que me trouxeram de novo à realidade, me trouxeram de volta minha consciência.
Luciana -
Lauro de Freitas,
BA,
25/05/2008 - 12:06
O meu maior excesso foi há algum tempo ao findar minha fase de adolescente consumir excesso de cigarro...quando percebi já estava fumando dois maços por dia, o que aumentou em muito minha bronquite asmática que já havia curado após crises horríveis quando criança. Uma noite acordei tossindo tanto e sem ar que não vi outra alternativa senão abandonar de vez o hábito adquirido...Eu imediatamente pensei, se eu não matar o cigarro ele irá me matar...e a partir do outro dia pela manhã não coloquei mais o cigarro na boca...e pouco a pouco passando pela crise de abstinência fui me recuperando e até hoje agradeço a atitude radical que tive. Infelizmente, já vi muita gente querendo parar de fumar e tentando parar aos poucos, e nunca parar...no meu ponto de vista a única maneira de parar é parar de súbito. E continuar nesse estado é um trabalho diário de conscientização e escolha de melhor qualidade de vida.
Di -
BH,
MG,
02/05/2008 - 22:13