O sal dá a graça
SAL LIGHT
É um produto com reduzido teor de sódio, fruto da mistura de partes iguais de cloreto de sódio e cloreto de potássio. Ideal para pessoas que seguem dietas restritivas. “O excesso de sal (sódio) eleva a pressão arterial, o que torna indicada esta versão para quem tem hipertensão”, ressalta Tânia Rodrigues. R$ 2,87, sal Light Cisne.
SAL GROSSO
Seu processo de recristalização – no qual é lavado a seco e purificado – é mais lento, o que explica a formação de cristais maiores. Tem sabor mais intenso e hoje é mais procurado por chefs e pessoas que buscam uma alimentação mais saudável. “Mantém a composição natural com todos os seus minerais”, explica a nutricionista Tânia Rodrigues. Em culinária, é usado especialmente em churrasco, assados de forno e peixes curtidos. R$ 13,10, sal grosso de Guérande.
GERSAL
Um tipo de sal que ganhou expressão com a culinária macrobiótica. Para a chef Carole Crema, ele é muito bom para pratos com batata porque dá sabor e textura ao prato. “Para prepará-lo, basta colocar num moedor de pimenta as mesmas proporções de sal grosso e de gergelim, passado pela frigideira”, ensina. R$ 4,80, o pacote de 150 g.

Direto da Riviera Francesa
“Encantadora, solar, perfumada (o cheiro das plantações de lavanda paira no ar), a Riviera Francesa é também conhecida por sua vocação gastronômica, comprovada em cada vilarejo da Côte d’Azur. Em Nice, sua cidade mais famosa, as ruas e vielas reservam surpresas para o visitante interessado em sabores e temperos. Em uma viagem organizada pela Maison de la France (www.maison-de-la-france.com), me deslumbrei com a variedade de azeites, temperos e, principalmente, de sais. Algumas dessas lojas ficam na promenade des Anglais (o passeio dos Ingleses), a principal avenida de Nice, com seus 5 km à beira-mar tomados por caminhantes, corredores e ciclistas. Os mercados abertos, como os da praça St. François e Cours Saleya, também exibem seus sais. Granulados, com formas esquisitas, em belos tons rosados e em flocos, mostram a diversidade do mundo gourmet. A vendedora explica que, além de produtos franceses, como a clássica flor de sal de Guérande, há ingredientes de várias procedências, caso do sal peruano, do extraído do alto do Himalaia, de Portugal e muitos outros. Como se não bastasse, encontram-se ainda sais com temperos e ervas, em granulações e tons incríveis, o que torna essas lojas parques de diversões sensoriais – especialmente para quem, como eu, achava que sal era algo branco, fininho, sempre igual. Ah, e os preços nem eram tão salgados assim...”





Copyright © 2009 Editora Abril S.A. Todos os direitos reservados
Dúvidas sobre senhas e acesso ao site, veja aqui.
Para comunicar erros no site, por favor entre em contato.
Sugestões de pautas ou dúvidas sobre reportagens, por favor envie um email